Tema da semana

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Tema da semana

 

Tema da Semana

INSTRUÇÕES:

O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.

  • O texto definitivo deve ser escrito à tinta azul ou preta, na folha própria, em até 30 linhas.
  • A redação que apresentar cópia dos textos da proposta de Redação ou do caderno de questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

 

Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

  • Tiver até (sete) linhas escritas, sendo considerada “insuficiente”.
  • Fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo.
  • Apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com tema proposto.

 

Tema:  Como combater o consumismo desenfreado dos brasileiros.

 

TEXTOS MOTIVADORES:

Texto I

No último ano, a Apple iniciou a venda de seus novos smartphones, iPhone 6s e iPhone 6s plus, no Brasil. De acordo com o G1, famoso portal de notícias, os preços variam entre R$ 4 mil e R$ 4,9 mil e as novidades não são muitas. Ainda assim, é possível ver, nos sites e lojas do Brasil, a enorme fila de compradores e números de reservas absurdos já nas pré-vendas.

Para alguns, tal fenômeno é apenas um reflexo do consumismo, velho conhecido da nossa sociedade. Para outros, há um culto à marca que ultrapassa os limites do puro consumo desenfreado. Trazemos à tona, então, uma discussão que não é de hoje, sobre o real valor desses pequenos aparelhos e a obrigação de comprá-los, por um preço tão alto, tendo em mãos versões anteriores que, em um primeiro momento, parecem satisfazer as necessidades do consumidor. Surge até, nessa questão, o famoso debate sobre a obsolescência planejada e o lucro das empresas.

https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao-vivemos-em-uma-sociedade-de-consumismo-desenfreado/ ACESSADO EM 03/08/2019

 

Texto II

Consumo desenfreado: o que é preciso para se controlar?

Tenha um planejamento financeiro

O primeiro passo para uma boa educação financeira é planejar o orçamento. Para isso, você pode usar planilhas no computador, aplicativos de controle financeiro ou recorrer a tradicionais blocos de anotações. Comece somando todos os seus gastos fixos, como contas de água e luz, alimentação, transporte, impostos etc.

Registrar os gastos diários

Planejar o orçamento é importante, mas essa etapa não funcionará se você não acompanhá-la bem de perto. Se os gastos foram assinalados em uma planilha sem o devido controle sobre eles, dificilmente você conseguirá cumprir seus objetivos.

Por isso, o registro é um grande aliado, e é necessário se acostumar a anotar todos os dias os valores que você gastou. Isso vale para tudo: contas básicas, compras supérfluas e investimentos. A ideia é que, ao fim do mês, seja possível saber exatamente tudo o que foi gasto e quanto dinheiro foi poupado.

No começo pode até ser difícil fazer esse registro, pois é normal que você se esqueça de anotar algum gasto ou mesmo sinta desânimo em continuar utilizando essa estratégia. Mas não desista! Com o tempo ela se torna mais fácil. Assim, não vai demorar para que o planejamento se torne um hábito consolidado na sua vida.

Não comprar de forma impulsiva

Quem compra por impulso geralmente toma essa atitude porque enxerga uma ótima oportunidade no negócio, mas se esquece de que o primeiro contato com um produto não é suficiente para descobrir se ele é realmente necessário.

Todos nós conhecemos essa regra, mas como evitar as compras impulsivas? A dica é não ceder ao primeiro desejo de compra. Cada vez que sentir vontade de adquirir algo, pare um pouco, respire fundo e faça sempre três perguntas a si mesmo:

  1. Eu preciso mesmo comprar esse produto?
  2. A compra pode ser adiada?
  3. É possível conseguir um preço menor por ele?

Se você está em um estabelecimento físico, o ideal é deixar o local e refletir se o produto ou serviço é realmente necessário para sua vida e se a oferta cabe mesmo em seu orçamento. Quando estamos em uma loja, o clima de consumo pode dificultar a escolha racional e estimular compras desnecessárias.

Usar o cartão de crédito com moderação

Esse é um dos principais vilões do consumo desenfreado. Usar o cartão pode gerar a ilusão de que é possível fazer compras mesmo sem ter dinheiro para pagá-las. No entanto, muitas pessoas se assustam quando recebem a fatura e se dão conta do montante que foi gasto durante o mês. (...)

Evitar compras parceladas e financiamentos

Assim como o cartão de crédito, essas são duas coisas que podem minar o seu orçamento. Algumas pessoas acreditam que parcelar o valor torna a compra mais fácil de ser paga, mas a realidade é que muitas vezes vale mais a pena fazer o pagamento à vista.

É preciso entender que aquele dinheiro vai sair da sua fonte de renda, mesmo que em suaves prestações. E pior: muitas vezes o parcelamento aumenta a conta, pois você perde descontos ou precisa pagar juros.

Pesquisar bem antes de adquirir qualquer item

Como o consumo desenfreado é uma prática bastante comum nos dias de hoje, é fácil encontrar lojas que se aproveitam desse fato para aumentar o preço dos produtos e explorar ao máximo o momento da venda.

Por exemplo: se um item custa R$ 200, a loja pode aumentar o valor para R$ 250 e, com desconto, ele sairá por R$ 199,90. Ou seja, se você realizar a compra, estará fechando um negócio que não é nem um pouco vantajoso.

Tudo isso poderia ser evitado com uma pesquisa atenta em lojas concorrentes. Dessa forma, é possível descobrir qual é o valor real do produto que você deseja e se os descontos oferecidos valem mesmo a pena.

Evitar ir às compras com o emocional abalado

Já ouviu falar que nunca devemos fazer compras com fome? Essa história é realmente verdadeira. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Cornell, em Nova York, ao fazer compras com fome, as pessoas acabam comprando mais no supermercado e enchendo o carrinho com alimentos ricos em calorias.

Se a fome é inimiga do consumo, a felicidade e a tristeza também não ficam para trás nos prejuízos para seu orçamento. Isso porque o consumo tende a crescer em momentos em que seu emocional está abalado, seja durante uma ida ao shopping para comemorar uma conquista ou em dias que quer se distrair e esvaziar a mente.

Por isso, é importante fechar um negócio apenas quando sua mente estiver totalmente focada nessa tarefa e jamais comprar caso esteja distraída. Afinal, certos sentimentos podem fazer com que você fique mais suscetível a gastos.

Confira outras orientações simples para fugir das armadilhas de consumo:

  • prefira adquirir produtos duráveis. Mesmo que custem um pouco mais caro, eles não serão descartados tão cedo;
  • evite passear por shoppings e se expor a propagandas. Quanto mais isso acontecer, mais você terá a impressão de que precisa adquirir produtos novos;
  • aposte em itens básicos e neutros ao fazer compras de roupas e decoração. Isso diminui as chances de você enjoar das coisas que tem em casa;
  • invista em ações de consumo colaborativo, troca e reúso de produtos;
  • preze por produtos duráveis e que tenham utilidade para sua vida. Uma roupa está na moda? Isso não quer dizer que você precisa dela.

Essas foram nossas dicas para que você consiga superar de vez o consumo desenfreado. Pode ser difícil no começo, mas com paciência e dando um passo de cada vez você terá ótimos resultados e verá o seu dinheiro render mais.

Se a educação financeira é importante para sua vida, pode ter certeza de que esse é um cuidado que seus amigos também precisam ter. Por isso, compartilhe este post em suas redes sociais e mostre a todos como adquirir hábitos conscientes de consumo!

https://blog.bamaqconsorcio.com.br/consumo-desenfreado-o-que-e-preciso-para-se-controlar/ acessado em 03/08/2019

 

Texto III

(...)

Por coincidência, hoje o Instituto Akatu publicou o resultado de sua pesquisa sobre consumo consciente, que está na quinta edição, e os resultados não surpreendem muito, além de darem força para o debate sobre a necessidade de se repensar estas duas pernas – produção e consumo – em tempos tão preocupantes, distantes daquela “febre de emoção positiva” que se instalou no pós-guerra. A pesquisa aponta que 76% dos 1.090 entrevistados – homens e mulheres como mais de 16 anos – não praticam o consumo consciente.

“Entre os mais conscientes, 24% têm mais de 65 anos, 52% são da classe AB e 40% possuem ensino superior”, revelam os dados, expostos hoje, em São Paulo, pelo presidente do Instituto, Helio Mattar.

https://g1.globo.com/natureza/blog/amelia-gonzalez/post/2018/07/25/pesquisa-mostra-que-76-nao-praticam-consumo-consciente-no-brasil.ghtml acessado em 03/08/2019.

 

 

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